Como o JN esgotado em algumas bancas de Coimbra, a pedido de várias famílias, eis o essencial da investigação de Nelson Morais sobre Paulo Miraldo, o administrador da EDP, alvo de buscas por causa dos negócios dos AMIGOS DOS CORREIOS.
PM confirmou as buscas da PJ e diz que está “de consciência tranquila”. O JN refere que PM “Contrariamente ao que já lhe sucedeu noutros negócios, não é arguido no dos CTT”. “Miraldo nega qualquer intervenção no negócio”. PM confirma” Sou amigo do Carlos Godinho, há vinte a tal anos, e do Paulo Pereira Coelho”. PM “Frisa que o negócio foi feito em 2003, quando ele era director-geral de relações internacionais da GALP, e que só no ano seguinte iniciou funções no ministério que tutela os CTT, como chefe de gabinete de Mexia, no Governo de Santana Lopes. Mais: Miraldo diz que só em 2004 conheceu o coelga de partido Caros Horta e Costa, ex-presidente dos CTT responsável por negócios que estão sob investigação e também alvo de buscas” O JN recorda que “Na década passada, Miraldo teve outros problemas na Justiça, relacionados com uma empresa de informática de Coimbra (Sistmatic), e foi para Angola. Garante que não fugiu à Justiça e foi para África “em negócios”. Esclarece não ter sido condenado nos casos em que foi arguido.”
Oi: O Negócio da Sistmatic, referido no JN, deu que falar em Coimbra, em meados da década de 90. É uma longa história. Aqui vai uma passinha: PM foi defendido por António Fontes num processo que lhe foi movido por Pedro Cunha Martins (é aquele amigo da CIGAR WORLD), cujo advogado era Rodrigo Santiago. Vamos ali ver o resultado final e já vimos…
O jornal lembra que ” Os primeiros a aparecerem no processo CTT foram os anteriores presidentes das concelhias de Coimbra do PS e do PSD, Luís Vilar e Marcelo Nuno. Também trabalhavam para a empresa que comprou e vendeu.” O JN conta que “Marcelo terá sido descartado da investigação”. E refere que” Este ano, vieram à baila os nomes de Carlos Godinho, empresário e militante do PSD, e o deputado “laranja” e ex-governate Paulo Pereira Coelho”