“Segundo o TC, a dívida de Coimbra à sociedade Águas do Mondego (AM), um sistema multimunicipal pertencente ao universo da AdP, ascende a 7,27 milhões de euros.
O assunto será, por certo, objecto de reflexão na próxima reunião da edilidade conimbricense, tendo presente, segundo apurou o “Campeão”, que a AC – Águas de Coimbra (empresa municipal) corre o risco de avolumar a dívida à AM à razão de 800.000 euros por mês.”
Bombeado em Editorial por Rui Avelar no Campeão das Províncias e de Sernancelhe
Se calhar, o Canha sabe?
Nada como perguntar-lhe.
Ele anda muito calado, nem se vê. Está de férias?
O Campeão Avelar já levantou o véu?
Na edição de 10 de Julho de 2008, ele escreveu:
“Águas e Lei de Murphy”.
Ele está muito bem documentado. Ele estuda os assuntos.
Estou certo do seu contributo para descobrir a VERDADE.
Eu já reservei lugar, na primeira fila.
Tinha um convite, mas preferi pagar o bilhete.
Mas, entretanto, pergunta-se:
É a CMC que deve?
Como assim?
Ela não fornece água, como pode estar a dever?
E 800.000 euros por mês!
Isso tudo?
Então, há que diminuir os gastos que andam a fazer.
Como diz o Oliveira Martins, Presidente do TC:
“Há que perseguir os dinheiros públicos e como se gastam”.
Diz o Campeão que a dívida são 7,27 milhões de euros.
É muito dinheiro, chiça.
Quando é que vão pagar tudo isto?
Neste mandato?
Eu já não acredito!
Ainda se a dívida não aumentasse, mas é sempre a crescer.
Mas € 800.000 por mês é uma verdadeira aflição!
Bem, infelizmente sempre poderão alienar alguns activos…
“Prejuízos anuais estimados em 1,2 milhões.”
“Sem capacidade financeira para suportar os custos fixos.”
Isto é muito mau, para ser verdade.
Será isto a tal “gestão da competência”?
Ou, como já ouvi dizer “a gestão pura”?
“Um empréstimo de 11 milhões de euros”
Este dinheiro é para pagar a fornecedores e empreiteiros?
Então, e o investimento?
Não se faz?
Eu acho que se impõe uma auditoria às contas da AC.
Mas, atenção, que seja feita por uma entidade idónea.
Eu não sei bem, mas sugiro o Tribunal de Contas.
Claro está, sem prejuízo da Inspecção-Geral de Finanças.
Até para esclarecer quem lá trabalha.
É que, com tudo isto, pensam no futuro que os (des)espera.