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Escolha do candidato à presidência da Câmara Municipal de Coimbra agita concelhia do PS
Henrique Fernandes, governador civil e líder da concelhia do PS, critica “cacofonia” e “ruídos parasitas” que “vêm de dentro do partido”

A escolha do candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Coimbra (CMC) está a agitar as estruturas locais do partido. O líder da comissão política concelhia, Henrique Fernandes, critica mesmo a “cacofonia” que diz existir no PS sobre o assunto. Em várias declarações públicas, dirigentes socialistas têm dado como certa a candidatura à câmara do próprio Henrique Fernandes. Contudo, o líder do PS-Coimbra classifica estas declarações como “ruídos parasitas” e garante que ainda não tomou uma decisão definitiva.

Henrique Fernandes, que é também o governador civil de Coimbra, assume que está a trabalhar na elaboração das listas autárquicas e não “enjeita a possibilidade” de encabeçar a lista do PS. No entanto, revela estar “muito apreensivo” pela forma como “alguns dirigentes locais e membros da comissão política” se estão a “comportar”, dando, “na praça pública”, um “triste espectáculo sobre a vida interna do partido”. E deixa mesmo um aviso: “Se este tipo de comportamentos continuar, e eu entendo que já se passou a fronteira do que é aceitável, então de certeza que o partido terá que encontrar uma solução que não passará seguramente por mim”, afirma.

Após a última reunião da concelhia do PS, na semana passada, alguns membros do partido revelaram que o líder da concelhia tinha sido claramente indigitado como candidato formal do PS, declarações que ele próprio não confirmou. Henrique Fernandes censura mesmo estas “proclamações” feitas “a torto e a direito” e defende que é à “liderança local do partido” que cabe escolher o momento do anúncio do candidato. “O problema que neste momento tenho pela frente não resulta dos muitos independentes que trabalham connosco, resulta, isso sim, de alguns que estão dentro do partido e que se consideram, com vedetismo e tolamente, o centro do mundo no PS. Não o são”, afirma, acrescentando estar “cansado” de “aturar situações como estas”. “Um cansaço que se aproxima do nojo. Não são condições objectivas para se poder trabalhar”, desabafa.

É “em função” do comportamento de alguns elementos do partido que Henrique Fernandes diz que aceitará “ou não” o compromisso de encabeçar a lista do partido à CMC e de enfrentar o actual presidente da autarquia, Carlos Encarnação, o social-democrata que se candidata a um terceiro mandato

O líder do PS Coimbra acrescenta que “há ainda várias hipóteses em aberto” – como uma candidatura independente à câmara – que terão que ser definidas nos próximos quinze dias. “Se não for eu o candidato, não há nada de dramático nisso. Pessoalmente acredito que pode ser alguém independente”, afirma, relembrando que das três eleições autárquicas que o PS ganhou em Coimbra, “duas foram ganhas por independentes, com Judite Mendes de Abreu e com Mendes Silva”.

Henrique Fernandes diz que, se o partido construir uma “orquestra afinada”, então “tem boas condições para vencer as eleições autárquicas”. Por isso, apela às “vozes dissonantes” para que parem com o “terror verbal”. “A todos aqueles que são dirigentes do Partido Socialista, que integram a comissão política concelhia e que têm feito declarações sobre a vida interna do partido, eu diria: ‘Por qué no te callas?’

Desabafos de Henrique Fernandes a André Jegundo. GRANDE ENTREVISTA!

Publicada no PÚBLICO (Local-Porto) desta segunda-feira

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Foi por causa destes 3 artistas que Henrique Fernandes foi obrigado a fazer isto?

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“Na presença de notícias recentes que insinuam, à margem da estratégia já delineada pelo PS Coimbra, a existência de vários putativos candidatos pelo PS à Câmara Municipal de Coimbra, o Secretariado da Concelhia do PS Coimbra informa que prosseguem, conforme previsto, as suas jornadas de freguesia, ouvindo e debatendo com os militantes e as populações, método que conduzirá à escolha do candidato/candidata do PS à Câmara de Coimbra, na data e da forma que os socialistas soberanamente decidirem. Tudo o mais são especulações que não merecem crédito e são, obviamente, abusivas.”

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A sensual Carina Fonseca   do JN resolveu pedir informações sobre as ligações  ferroviárias  da linha TSF –  Carlos Encarnação.  O simpático João Henriques também trata do assunto no DC . O grande António Alves não deixará de noticiar esta alucinante viagem, mas, como a nossa edição fecha às 2 da manhã e a do DB só abre às 6, não tem  direito a apeadeiro. Segue na próxima viagem.

OI: Esta história  teve o condão de despertar o putativo candidato do PS à CMC. 

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O SOL afiança que Henrique Fernandes será o candidato Rosa à Câmara Municipal de Coimbra. O semanário garante  que “o PS investirá pouco”, pois, “os socialistas entendem que os actuais autarcas do PSD ainda não são derrotáveis.” No entanto, consta que Victor Baptista ainda não está preparado para nova derrota e anda a correr seca e meca para  encontrar um camarada que dê luta a Carlos Encarnação. Vamos esperar sentados, até porque nós não temos a capacidade de “antecipação dos fenómenos políticos e sociais”, preconizada  pelo jornal de Joaquim Coimbra.

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Luís Vilar e o PS/Coimbra – Ir à lã e sair tosquiado. O protagonismo do anterior líder concelhio do PS/Coimbra, Luís Vilar, em matéria de preparação das próximas eleições autárquicas, obrigou o sucessor, Henrique Fernandes, a fazer um desmentido ao diário As Beiras.

“A 29 de Outubro de 2008, o matutino aludiu a um convite do Secretariado da Comissão Política Concelhia (CPC) de Coimbra do PS a Luís Vilar para “assumir funções de maior acompanhamento do trabalho no terreno”. Em causa estaria “a necessidade de garantir a mobilização de uma franja importante de militantes socialistas”, cuja ligação ao partido sempre terá sido feita através da mediação do anterior presidente da CPC.

A 30 de Outubro, o diário noticiou que a peça da véspera gerou “vigorosos protestos dos alegados autores do convite”. Redigida por Paulo Marques, a segunda peça diz que Henrique Fernandes desmentiu qualquer convite a Luís Vilar, ou a qualquer outro elemento do PS, para mobilizar militantes “ou para as demais tarefas referidas”a 29 de Outubro. A primeira peça assinalava que, curiosamente, o “pedido de ajuda” tinha sido protagonizado por Henrique Fernandes e Carlos Cidade e concluía com Luís Vilar a admitir ter sido contactado e estar “disponível para ajudar”.

Opositor de Fernandes na última eleição da CPC do PS/Coimbra, Cidade conduziu parte da sua campanha sobre o pressuposto de que Luís Vilar estava sem condições políticas para ser o líder partidário de âmbito concelhio. Por outro lado, a coordenadora da Escola Básica do primeiro ciclo da Quinta das Flores, Eugénia Carriço, considera que o vereador Luís Vilar se tem referido “leviana e irresponsavelmente” ao funcionamento daquele estabelecimento de ensino (vide a nossa anterior edição).

Embora diga ignorar as “reais motivações” do edil, Eugénia Carriço admite que ele possa ter agido sob “tiques de caluniador”. Ao desafiar Luís Vilar a promover a conferência de Imprensa com que ele acenou, a professora exorta-o a “aproveitar a ocasião para abordar outros temas em que tem sido protagonista, carentes de maior clareza e, por isso, de melhores explicações perante a opinião pública”.”

Esta Aguardente de Zimbro com Mel de Rosas, foi cedida pelos Armazéns Avelar, com sede no Campeão das Províncias.

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O DC revela como correu a reunião sobre a segurança na Baixa.

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