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Posts Tagged ‘rui avelar’

Rui Avelar, jornalista do Campeão das Províncias, continua a dar cartas electrónicas nos bastidores na CMC:

“Vasculhadas mensagens trocadas por via electrónica  – Correio de jurista violado na praça de 08 de Maio”

“Uma jurista que, até sexta-feira, trabalhou na Câmara de Coimbra queixou-se à Polícia Judiciária de violação do seu correio electrónico pessoal, tendo alegado que ela ocorreu na praça de 08 de Maio, soube o “Campeão”. Eliana Pinto, que acaba de suspender a actividade na autarquia para exercer um cargo em Lisboa, fez uma exposição circunstanciada, contra desconhecidos, onde deixa implícita a convicção de que o episódio terá ocorrido nas divisões dependentes do Gabinete Jurídico e de Contencioso ou na de Informática.

De um domínio pessoal de correio electrónico, presumivelmente através do posto de trabalho da funcionária na Câmara Municipal de Coimbra (CMC), foram copiadas várias mensagens trocadas entre ela e interlocutores nos meses de Julho, Setembro e Outubro de 2008. Entre os interlocutores de Eliana Pinto contam-se o director-adjunto do “Campeão” e outro jornalista (do Público). O corpo do delito foi conhecido, no início deste ano, por ocasião do envio ao presidente da CMC de uma carta com cópias dos textos retirados do domínio pessoal de correio electrónico da funcionária.

Como o endereçamento da missiva foi feito manualmente, Eliana Pinto forneceu à PJ um conjunto de textos, igualmente redigidos à mão, na expectativa de que, por comparação das escritas, seja possível chegar à identificação do(a) autor(a) da carta. O crime de que a funcionária foi vítima é punível com pena de prisão até um ano ou com multa até 240 dias. Para os casos de devassa da vida privada e de violação de correspondência ou de telecomunicações, o Código Penal prevê agravamento das penas em uma terça parte se o crime for praticado para causar prejuízo a outra pessoa. Eliana Pinto, que tinha coadjuvado o outrora secretário de Estado Fernando Rocha Andrade, acaba de ser investida num cargo de chefia, em regime de comissão de serviço, sob a alçada da Direcção-Geral de Reinserção Social. 

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Foi por causa destes 3 artistas que Henrique Fernandes foi obrigado a fazer isto?

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O seu bordel de estimação já encontrou o Campeão das Províncias que está amanhã nas bancas. A manchete é dedicada a um vice-presidente da Académica. Mais uma grande obra literária de Rui Avelar

Autor de queixa contra N’Doye em risco de ser alvo de volte-face do processo

Versão de Luís Godinho posta em xeque por uma testemunha

O depoimento de uma testemunha ouvida no inquérito aberto na sequência de uma queixa do empresário Luís Godinho contra o futebolista Dame N’Doye é capaz de conferir uma reviravolta ao processo, apurou o “Campeão”.

O administrador da empresa Renamotores e vice-presidente da Académica/OAF poderá correr um risco, sintetizado num adágio popular, de ter ido à lã e sair tosquiado. Luís Godinho quer ver Dame N’Doye, vários jornalistas e o agente do futebolista, Artur Fernandes, acusados de o difamarem. Em Março de 2007, o jogador (actualmente a representar um clube estrangeiro) acusou Godinho de ter tentado levá-lo a prolongar contrato por ocasião da compra de um automóvel numa empresa a que o vice-presidente da Briosa está ligado.

 “Queriam que eu assinasse sem saber que era um novo contrato”, declarou o futebolista, citado na altura pelo JN. O episódio ocorreu a poucos dias da deslocação da Académica/OAF à Região Autónoma da Madeira para defrontar o Nacional. Uma testemunha, ouvida no âmbito do inquérito subjacente à queixa, prestou um depoimento cujo teor, aparentemente, deita por terra a pretensão do empresário e dirigente da Briosa.

 Trata-se de uma testemunha cuja identificação omitimos por razões do seu foro profissional. Segundo a depoente, ela foi chamada para intervir num acto de prorrogação do contrato de trabalho celebrado entre Dame N’Doye e o clube, mas o futebolista alegou só ter ido à Renamotores para comprar um carro. A profissional, transportada por Rui Gonçalves, funcionário da Briosa, entre o respectivo local de trabalho e a empresa de Luís Godinho, acabou por nada fazer, na medida em que o futebolista lhe comunicou desconhecer a pretensão do clube.

Do crédito… A versão levada aos autos pelo empresário e vice-presidente da Académica/OAF é outra. Luís Godinho alega que se tratava tão-só de vender outro carro a Dame N’Doye e sustenta ter-se preocupado em assegurar ao jogador a obtenção de crédito para honrar os compromissos. Neste contexto, emerge a explicação dada para, entre os papéis relativos ao negócio da viatura, haver um documento a garantir que o clube ia accionar uma cláusula a fim de prorrogar o contrato de N’Doye por mais duas temporadas (2007/08 e 2008/09).

Ter-se-ia tratado, segundo Godinho, de fazer ver ao Millennium/BCP que seria exercido pela Briosa o direito de opção em prol da manutenção do passe do futebolista. Como N’Doye saiu da Renamotores sem carro novo, e a suspeitar que queriam passar-lhe uma rasteira, o empresário justificou o volte-face com a alegada existência de “uma clara estratégia no sentido da criação de uma situação insustentável” entre o jogador e a Direcção da Académica/OAF. O desconforto do futebolista, opina Godinho, terá sido pretexto para ele se desvincular das suas supostas obrigações e rumar ao clube grego Panathinaikos. Na altura (há perto de dois anos), o empresário anunciou que suspenderia a função de vice-presidente da Académica/OAF, enquanto N’Doye não foi suspenso nem alvo de qualquer processo de averiguações.

Citado, então, pela edição electrónica do Record, o vice-presidente do clube indicou ter reunido provas acerca de uma mensagem escrita alegadamente enviada a jornalistas pelo empresário Artur Fernandes. A 03 de Março de 2007, a Direcção da Briosa invocou direito de opção capaz de permitir a renovação de contrato com N’Doye até ao final da época de 2008/09. A Comissão Arbitral Paritária da Liga Portuguesa de Futebol Profissional acabou por considerar nula a cláusula de opção tendente à renovação do referido contrato.

A 05 de Março do mesmo ano, em comunicado, o clube repudiou a tentativa de “associar o procedimento tendente à renovação do contrato (…) a episódios supostamente ocorridos a propósito de actos de natureza exclusivamente privada do atleta relacionados com a aquisição de uma viatura, ainda que a entidade comercial [interlocutora do jogador] seja propriedade de alguém que, fazendo disso modo de vida, é simultaneamente vice-presidente”.

 Artur Fernandes está sob suspeita de ter dito a Rui Gonçalves que Luís Godinho “tentou vigarizar” N’Doye. Para o jurista Álvaro Matos, “importa esclarecer o que se passou (…) de forma a perceber quão pérfidas são as acusações” imputadas a Godinho. … à dúvida Face ao conteúdo do inquérito, remetido pela Polícia Judiciária ao Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra (Ministério Público) para a emissão do despacho final (arquivamento ou dedução de acusação), o nosso Jornal pediu a Álvaro Matos, advogado constituído pelo empresário, que tecesse algumas considerações.

A solicitação, que não teve resposta, foi feita, sábado, mediante correio electrónico, e reiterada, anteontem, através de mensagem oral (via telefone). O “Campeão” perguntou ao causídico, por exemplo, se ele está em condições de empenhar a sua palavra com a garantia de que o documento causador da polémica é, de facto, aquele que foi levado aos autos. A questão decorre da circunstância de os autos deixarem em aberto a hipótese de N’Doye ter sido instado a assinar um documento diferente da cópia de outro que foi inserida no inquérito para atestar que o clube ia exercer o direito de opção.

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PS/Coimbra  -Comissão de Vilar passa “tremida” 

O elenco da Comissão Técnica Eleitoral Distrital (CTED) de Coimbra do Partido Socialista, proposto por Luís Vilar à Comissão Política da Federação (CPF), obteve menos votos favoráveis do que a soma da adição dos boletins em branco e nulos e dos votos contra, disseram ao “Campeão” fontes partidárias. Segundo três membros da CPF, a lista alcançou 29 votos a favor, sete contra, dois nulos e 25 brancos.

Luís Vilar – vereador, membro da entidade regional “Turismo do Centro de Portugal”, presidente da entidade instituidora da Escola Universitária de Vasco da Gama (a Associação Cognitária de São Jorge de Milreu) e anterior líder concelhio do PS/Coimbra – tinha sido indigitado, há dois meses, para presidir à CTED.

A Comissão Política da Federação, órgão máximo entre os congressos distritais, foi escolhida, no final de 2008, pelos delegados ao XIII Congresso do PS/Coimbra. A moção de Victor Baptista fez eleger 43 membros e a de Mário Ruivo 28.

A indigitação de um arguido que aguarda julgamento – pronunciado pela presumível autoria de um crime de corrupção passiva, de três crimes conexos à corrupção e de um crime de financiamento partidário ilícito – tinha implicado a menos expressiva das quatro votações efectuadas na primeira reunião da nova CPF (39 sufrágios a favor, 16 contra, 13 brancos e um nulo).

Apanhado no Campeão das Províncias

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O presidente da empresa municipal Águas de Coimbra (AC) foi constituído arguido hoje, pela Polícia Judiciária, soube o “Campeão”. A situação processual de Jorge Temido é idêntica à de Paulo Canha, anterior líder da AC, desfrutando ambos da presunção de inocência.

Os dois gestores (Paulo Canha é, hoje em dia, administrador da sociedade Águas do Mondego por indicação da Câmara Municipal de Coimbra) foram constituídos arguidos no âmbito de um inquérito aberto pelo DIAP – Departamento de Investigação e Acção Penal (Ministério Público). Nos termos do Código de Processo Penal, é obrigatória a constituição de arguido logo que, correndo inquérito contra pessoa determinada em relação à qual haja suspeita fundada da prática de crime, esta prestar declarações perante qualquer autoridade judiciária ou órgão de polícia criminal.

Beba mais desta água no Campeão das Províncias

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Rui Avelar acaba de “enviar” José Eduardo Simões para o Tribunal. Veja no Campeão das Províncias

“O anterior director de urbanismo de Coimbra e presidente da Académica/OAF, José Eduardo Simões, vai ser sujeito, em breve, a julgamento, ao abrigo de um processo em que lhe foi deduzida acusação por eventual autoria de oito crimes de corrupção passiva, soube o “Campeão”.

O Tribunal da Relação de Coimbra negou provimento hoje a um recurso interposto pelo advogado Rodrigo Santiago, que invocou nulidades insanáveis. Com a decisão proferida pelos desembargadores, os autos irão ser remetidos ao Tribunal de Coimbra – Vara Mista para se proceder à marcação da audiência de julgamento.”

ACT:

Eduardo Simões: novo recurso? 
Caso tenham sido invocadas inconstitucionalidades no âmbito do recurso analisado hoje pela Relação de Coimbra, o defensor de Eduardo Simões poderá pedir agora a subida do caso ao Tribunal Constitucional. Foi imediatamente impossível ao “Campeão” obter uma reacção do advogado Rodrigo Santiago. Se for interposto e admitido recurso para os juízes do Palácio Ratton, o mesmo terá efeito suspensivo.

 

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Eiras – Recomposição da Junta e participação à IGAL 

 

A Junta de Eiras acaba de ser objecto de recomposição, que consistiu na substituição de um membro indicado pelo CDS/PP por outro cuja vontade era regressar à Assembleia de freguesia, soube o “Campeão”. António José Henriques, que alegou incompatibilidade com alguns dos outros membros do executivo da autarquia, cedeu o lugar a Augusto Queirós. “Tratou-se de uma questão pessoal”, invocada por António José Henriques, disse o presidente da Junta, José Passeiro (PSD), ao assinalar que “prevalece a normalidade” nos órgãos autárquicos de Eiras.

 

O assunto foi analisado pela Assembleia de freguesia, que decidiu pedir a intervenção da Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) face às queixas do autarca e à refutação das mesmas por parte dos outros membros da Junta. Segundo José Passeiro, o episódio foi resolvido, “fazendo uso das regras democráticas”, ao abrigo das competências da Assembleia. A Junta de Eiras é composta por cinco membros da coligação “Por Coimbra”, que desfruta de maioria relativa na Assembleia de freguesia (cinco dos 13 assentos, cabendo quatro ao PS, três à CDU e um ao Bloco de Esquerda).

Rui Avelar – Campeão das Províncias

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